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Os melhores países para viver com crianças em 2026: onde é mais confortável para as famílias viverem e criarem os filhos

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Os melhores países para viver com crianças em 2026: onde é mais confortável para as famílias viverem e criarem os filhos

A qualidade da educação, o acesso aos cuidados de saúde, a segurança, o apoio social e o ambiente – são precisamente estes fatores que, na maioria das vezes, determinam o grau de conforto com que uma família vive noutro país. Apresentamos os sete países que são atualmente considerados alguns dos melhores para criar filhos e o que os torna atraentes para famílias de todo o mundo

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Mudar-se para o estrangeiro com crianças envolve muito mais do que apenas encontrar um emprego ou tratar da burocracia. Para a maioria das famílias, a qualidade das escolas, a segurança, o acesso aos cuidados de saúde, o apoio governamental aos pais e o conforto geral da vida quotidiana são os fatores decisivos.


Estudos internacionais ajudam a avaliar estes fatores. Em particular, em 2025, a UNICEF publicou um novo relatório intitulado *O Bem-estar Infantil num Mundo Imprevisível*, que compara o bem-estar das crianças em 43 países da UE e da OCDE. Os Países Baixos, a Dinamarca e a França lideraram o ranking, obtendo as pontuações mais elevadas em critérios como a saúde mental e física das crianças, o nível de escolaridade e o bem-estar geral.


Neste artigo, compilámos uma lista de sete países que se classificam consistentemente em posições de destaque nos rankings internacionais graças à sua segurança, aos sistemas educativos modernos, aos cuidados de saúde de alta qualidade, ao apoio às famílias e ao elevado nível de vida. Iremos também discutir os fatores-chave a considerar antes de se mudar para cada um deles.


Anteriormente, falámos sobre os países europeus onde é mais fácil obter um visto de trabalho e iniciar uma carreira no estrangeiro.


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Como foram selecionados os melhores países para criar filhos?


A escolha de um país para onde se mudar com crianças não depende apenas dos níveis de rendimento ou do custo de vida. Igualmente importantes são a qualidade da educação, o acesso aos cuidados de saúde, a segurança, o apoio governamental às famílias, a situação ambiental e as oportunidades para o desenvolvimento harmonioso da criança. É por isso que esta seleção inclui países que demonstram consistentemente um elevado desempenho em vários indicadores internacionais.


Que investigação foi utilizada para compilar este ranking?


A seleção baseia-se em dados de organizações internacionais e em estudos analíticos de referência que avaliam regularmente as condições de vida das famílias e o bem-estar das crianças em vários países do mundo. Entre as principais fontes encontram-se:


1. Relatório Innocenti da UNICEF – avalia a saúde física e mental das crianças, o nível de escolaridade, o ambiente social e o bem-estar geral.

2. Índice de Vida Melhor da OCDE — analisa a qualidade da educação, as condições de habitação, o rendimento familiar, a segurança, o equilíbrio entre vida profissional e pessoal e a satisfação com a vida.

3. Índice Global de Paz 2026 — identifica os países mais seguros do mundo com base em indicadores de segurança interna, taxas de criminalidade e estabilidade política.

4. Relatório Mundial da Felicidade 2026 — tem em conta o nível de apoio social, o acesso aos cuidados de saúde, a confiança nas instituições governamentais e a qualidade de vida global.

5. Dados estatísticos da OCDE, do Eurostat e das agências nacionais de estatística sobre educação, cuidados de saúde, política social e custo de vida.


Que critérios foram decisivos?


Ao selecionar os países, tivemos em conta os indicadores que mais significativamente influenciam o conforto e a segurança das famílias com crianças:

- Elevados níveis de segurança pessoal e baixas taxas de criminalidade

- Um sistema de ensino pré-escolar, básico e secundário e de ensino superior de alta qualidade

- Um sistema de saúde acessível e eficaz

- Apoio governamental aos pais, incluindo licença remunerada e prestações sociais

- Um equilíbrio favorável entre vida profissional e pessoal

- Condições ambientais, qualidade do ar e infraestruturas urbanas

- Estabilidade económica e um elevado nível de vida


Ao mesmo tempo, o ranking não é universal, uma vez que as necessidades de cada família podem diferir.

Para além das vantagens, o artigo analisa também as características específicas de cada país que podem influenciar a decisão de se mudar, incluindo o custo de vida, a acessibilidade da habitação, o ambiente linguístico e os requisitos de imigração.


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Países Baixos: um país onde as crianças estão entre as mais felizes do mundo


Os Países Baixos têm-se mantido como um dos melhores locais para viver com crianças há muitos anos consecutivos. O país lidera regularmente os rankings internacionais graças ao seu elevado nível de bem-estar infantil, educação de qualidade, ambiente urbano seguro e sistema de saúde eficaz. Para muitas famílias, os Países Baixos tornaram-se a referência de como um país pode criar condições confortáveis para o desenvolvimento de uma criança.


Por que razão a Holanda lidera os rankings internacionais?


No Relatório Innocenti 19 da UNICEF de 2025, a Holanda ficou em primeiro lugar entre 43 países da UE e da OCDE em termos de bem-estar infantil global. A avaliação abrangeu a saúde mental, o bem-estar físico, as competências educativas e o ambiente social. Esta não é a primeira vez que o país se classifica entre os líderes mundiais nesta categoria.


Outros rankings internacionais são igualmente impressionantes:

- A Holanda figura entre os 10 países mais felizes do mundo, de acordo com o Relatório Mundial da Felicidade de 2026.

- De acordo com o Índice de Vida Melhor da OCDE, o país apresenta uma das melhores pontuações em equilíbrio entre vida profissional e pessoal, permitindo que os pais passem mais tempo com os seus filhos.

- No Índice Global de Paz de 2026, os Países Baixos também figuram entre os países mais seguros do mundo.


É precisamente esta combinação de estabilidade económica, serviços públicos de alta qualidade e um elevado nível de confiança nas instituições que torna o país tão atraente para as famílias.


Educação e um ambiente favorável às crianças


Uma das principais vantagens do país é o seu sistema educativo. A escolaridade é obrigatória dos 5 aos 16 anos, embora a maioria das crianças comece a frequentar a escola já aos quatro anos. As principais cidades contam com um grande número de escolas internacionais que lecionam em inglês, o que simplifica consideravelmente o processo de adaptação das crianças de cidadãos estrangeiros.


A Holanda é também conhecida pela sua abordagem ao planeamento urbano. O país conta com mais de 37 000 km de ciclovias, e muitas das suas cidades figuram entre as mais favoráveis à circulação de bicicletas do mundo. Graças a isso, as crianças podem deslocar-se com mais segurança para a escola, para atividades desportivas ou para parques, sem depender constantemente do carro.


É também dada grande atenção ao desenvolvimento de espaços públicos: parques infantis, áreas desportivas, parques verdes e bairros residenciais seguros são parte integrante da maioria das cidades holandesas.


O que deve ter em conta antes de se mudar?


Apesar do elevado nível de vida, mudar-se para os Países Baixos também tem os seus desafios.


Em primeiro lugar, destaca-se a escassez de habitação. De acordo com dados do governo, a falta de habitação continua a ser um dos principais problemas, razão pela qual as rendas dos apartamentos — especialmente em Amesterdão, Utrecht e Roterdão — estão entre as mais elevadas da Europa.


Deve também ter em conta:

- Custos elevados dos serviços de acolhimento pré-escolar sem subsídios do governo

- Seguro de saúde obrigatório para adultos

- Concorrência no mercado de arrendamento

- A necessidade de aprender holandês para uma integração plena, embora a maioria da população fale inglês


Apesar destes fatores, a Holanda continua a ser um dos melhores países para famílias que procuram uma combinação de elevada qualidade de vida, educação moderna, segurança e um ambiente confortável para criar os filhos.


No nosso artigo anterior, abordámos o custo de vida nos melhores países da UE em 2026.


Dinamarca: um dos melhores países para uma infância segura e confortável


A Dinamarca está, há muito, entre os países onde as famílias com crianças desfrutam de um dos mais elevados padrões de vida do mundo. Um elevado nível de segurança, uma rede de segurança social bem desenvolvida, cuidados de saúde e educação de alta qualidade, bem como políticas de apoio aos pais, fazem do país um dos destinos mais atrativos para quem pretende mudar-se.

Apoio social às famílias e equilíbrio entre vida profissional e pessoal


Uma das principais vantagens da Dinamarca são as suas políticas favoráveis à família. Os pais podem contar com licença remunerada após o nascimento de um filho, apoio financeiro e a oportunidade de conciliar a carreira com a educação dos filhos. Horários de trabalho flexíveis e a opção de trabalhar à distância tornaram-se prática comum em muitas empresas.


De acordo com o Índice de Melhor Qualidade de Vida da OCDE, a Dinamarca figura entre os líderes mundiais em equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Apenas cerca de 1% dos trabalhadores trabalha regularmente mais de 50 horas por semana — uma das taxas mais baixas entre os países da OCDE. Em comparação, a taxa média na OCDE é de cerca de 10%.


Além disso, as famílias recebem abonos de família do Estado (børne- og ungeydelse), cujo montante depende da idade da criança. Estes pagamentos compensam parcialmente os custos de criar e educar os filhos.


Educação, Cuidados de Saúde e Segurança


O sistema educativo dinamarquês é considerado um dos mais sólidos da Europa. As escolas públicas são gratuitas e o currículo baseia-se não só no conhecimento académico, mas também no desenvolvimento do pensamento crítico, do trabalho em equipa e da autonomia.


Outra vantagem igualmente importante é o sistema de cuidados de saúde. A maioria dos serviços médicos é financiada pelo Estado através dos impostos, pelo que os residentes permanentes têm acesso a tratamento sem pagamento adicional por cada consulta.


De acordo com o Índice Global de Paz de 2026, a Dinamarca figura entre os dez países mais seguros do mundo. Baixas taxas de criminalidade, uma infraestrutura ciclável bem desenvolvida e uma abundância de espaços públicos permitem que as crianças se sintam confortáveis tanto nas grandes cidades como nas pequenas localidades.


O que deve saber antes de se mudar?


Apesar das suas muitas vantagens, a vida na Dinamarca tem certas peculiaridades que vale a pena considerar antecipadamente.

Em primeiro lugar, destacam-se os impostos elevados. Estes impostos financiam cuidados de saúde, educação e programas sociais gratuitos, mas podem parecer invulgares para quem acaba de chegar.


Deve também ter em conta:

- Um dos custos de vida mais elevados entre os países europeus

- Custos de habitação significativos, especialmente em Copenhaga

- Oferta limitada de habitação a preços acessíveis nas principais cidades

- A necessidade de aprender dinamarquês para uma integração e inserção profissional sem dificuldades


Apesar destes desafios, a Dinamarca continua a ser uma das melhores opções para famílias que procuram um país seguro, com educação de alta qualidade, um sistema de saúde eficaz e um elevado nível de vida para as crianças.


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Suécia: um país onde o apoio aos pais se tornou parte integrante das políticas públicas


A Suécia é há muito considerada um dos países mais favoráveis às famílias do mundo. O governo investe fortemente na educação, nos cuidados de saúde e nos programas sociais, e o apoio às famílias com crianças é uma das principais prioridades das políticas públicas. Como resultado, o país ocupa consistentemente posições de destaque nos rankings globais de qualidade de vida e bem-estar infantil.


Licença parental e apoio financeiro às famílias


A Suécia possui um dos sistemas de licença parental mais generosos do mundo. No total, os pais têm direito a 480 dias de licença remunerada por criança, sendo que uma parte desse tempo é reservada separadamente para cada progenitor, a fim de incentivar ambos a participarem nos cuidados com a criança.


Além disso, as famílias recebem um abono mensal por filho (barnbidrag), que é pago independentemente do nível de rendimentos. São concedidos suplementos adicionais às famílias com vários filhos.


De acordo com o Índice de Melhor Qualidade de Vida da OCDE, a Suécia também obtém uma pontuação elevada nos indicadores de equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, permitindo que os pais passem mais tempo com as suas famílias.


Educação, cuidados de saúde e um ambiente favorável às crianças


A educação na Suécia é gratuita para as crianças, e o currículo centra-se não só no conhecimento académico, mas também no desenvolvimento do pensamento criativo, da independência e das competências de colaboração. Em muitos municípios, as crianças têm acesso a bibliotecas modernas, instalações desportivas e clubes de atividades extraescolares.


Outra vantagem igualmente importante é o sistema de saúde. Os serviços médicos para crianças são financiados pelo Estado, e os exames preventivos, as vacinas e a maioria das consultas estão disponíveis sem custos adicionais para as famílias.


A Suécia também está entre os países com as melhores condições ambientais da Europa. Grandes espaços verdes, ar puro e transportes públicos bem desenvolvidos criam um ambiente de vida confortável, mesmo nas grandes cidades.


O que deve ter em conta antes de se mudar?


Mudar-se para a Suécia tem as suas particularidades, que devem ser avaliadas antes da mudança.


Entre os principais desafios:

- Custo elevado das rendas, especialmente em Estocolmo, Gotemburgo e Malmö

- Listas de espera para habitação de arrendamento de longa duração em certas cidades

- Impostos elevados, que financiam programas sociais

- O conhecimento do sueco é desejável para a maioria das ofertas de emprego e para a vida quotidiana


Apesar disso, a Suécia continua a ser uma das melhores opções para famílias que procuram um país com um elevado nível de proteção social, um sistema educativo moderno e a oportunidade de conciliar a carreira com a educação dos filhos.


Anteriormente, escrevemos sobre os melhores países para se mudar na reforma em 2026.


Finlândia: um dos melhores países do mundo em termos de qualidade da educação


A Finlândia é há muito associada a elevados padrões educativos, a um ambiente seguro e a uma elevada qualidade de vida. O país situa-se consistentemente entre os líderes mundiais em termos de felicidade, confiança nas instituições governamentais e bem-estar da sua população. Para as famílias com crianças, isto significa não só acesso a serviços públicos de alta qualidade, mas também um ambiente confortável para a aprendizagem e o desenvolvimento.


Por que razão a educação finlandesa é considerada uma das melhores do mundo?


O sistema educativo finlandês tem servido, há muito, de modelo para muitos países. Baseia-se nos princípios da igualdade, numa abordagem individualizada e na minimização do stress dos alunos. As escolas dão grande ênfase ao desenvolvimento do pensamento crítico, do trabalho em equipa e das competências práticas, em vez de se centrarem apenas nas notas e nos exames.


De acordo com os resultados do estudo internacional PISA de 2022, realizado pela OCDE, os alunos finlandeses obtiveram resultados significativamente superiores à média da OCDE em leitura, matemática e ciências. Além disso, a disparidade de resultados entre alunos de diferentes escolas continua a ser uma das mais baixas entre os países da OCDE, o que indica um elevado nível de igualdade no acesso à educação.


O acesso à educação pré-escolar é outra vantagem fundamental. A maioria das crianças frequenta pré-escolas municipais, e as famílias podem receber apoio do governo para cobrir parte dos custos.


Segurança, Natureza e Conforto para as Famílias


A Finlândia situa-se consistentemente entre os países mais seguros do mundo. De acordo com o Índice Global de Paz de 2026, o país ocupa uma das primeiras posições devido à sua baixa taxa de criminalidade, estabilidade política e elevado nível de confiança nas forças da ordem.


Outra vantagem é o ambiente. Aproximadamente 75% do território da Finlândia é coberto por florestas, tornando-a um dos países mais florestados da Europa. O país conta com cerca de 188 000 lagos, e um grande número de parques, áreas naturais e parques infantis criam condições confortáveis para as crianças desfrutarem de atividades recreativas ao longo do ano.


Além disso, a Finlândia liderou o Relatório Mundial da Felicidade durante oito anos consecutivos, o que reflete um elevado nível de satisfação com a vida, confiança entre as pessoas e um sistema de apoio social eficaz.


O que deve ter em conta antes de se mudar?


Apesar das suas muitas vantagens, a vida na Finlândia não é para todos.


Antes de se mudar, deve ter em conta:

- Meses de inverno longos e escuros, especialmente nas regiões setentrionais do país

- Um custo de vida elevado em comparação com muitos outros países europeus

- A complexidade da língua finlandesa, que difere significativamente da maioria das línguas europeias

- Um mercado de trabalho relativamente pequeno em comparação com outros países do Norte da Europa


Ao mesmo tempo, para famílias que valorizam a segurança, a educação de qualidade, um ambiente limpo e um elevado nível de proteção social, a Finlândia continua a ser uma das melhores opções para viver e criar filhos.


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Suíça: um elevado nível de vida, segurança e um dos melhores sistemas de saúde


A Suíça situa-se consistentemente entre os países com a mais elevada qualidade de vida do mundo. Rendimentos elevados, cidades seguras, cuidados de saúde modernos e um sistema educativo de prestígio tornam-na atrativa para famílias que planeiam uma mudança a longo prazo. Ao mesmo tempo, é um dos países mais caros da Europa, pelo que a mudança para lá requer um planeamento financeiro cuidadoso.


Cuidados de saúde de alta qualidade e um elevado nível de segurança


O sistema de saúde suíço é consistentemente classificado entre os melhores do mundo. O país dispõe de clínicas de última geração e a esperança de vida é de aproximadamente 84 anos — uma das taxas mais elevadas do mundo, de acordo com a OCDE.


A segurança é uma vantagem igualmente importante. A Suíça figura entre os dez países mais seguros do mundo, de acordo com o Índice Global de Paz de 2026, e cidades como Zurique, Genebra e Berna ocupam consistentemente posições de destaque nos rankings globais de qualidade de vida.


Para famílias com crianças, isto significa um ambiente urbano confortável, transportes públicos bem desenvolvidos, baixas taxas de criminalidade e um elevado nível de confiança nas instituições governamentais.


Educação e Oportunidades para Famílias Internacionais


A Suíça oferece tanto um sólido sistema de ensino público como uma das maiores redes de escolas internacionais do mundo. Isto é particularmente importante para famílias que se mudam com crianças em idade escolar e que planeiam continuar a sua educação em inglês ou noutra língua internacional.


O país é também conhecido pelo seu ambiente multilingue. As línguas oficiais são o alemão, o francês, o italiano e o romanche, pelo que a escolha da escola depende frequentemente da região de residência.


Outra vantagem é a dimensão compacta do país e o seu eficiente sistema de transportes. Mesmo quando vivem fora das grandes cidades, as famílias conseguem chegar rapidamente ao trabalho, à escola ou a serviços de saúde.


Por que razão a vida na Suíça não é para todos?


O principal desafio para a maioria dos estrangeiros é o custo de vida. De acordo com os rankings internacionais de custo de vida, Zurique, Genebra e Basileia figuram regularmente entre as cidades mais caras do mundo.


Antes de se mudar, deve também ter em conta:

- Preços elevados do arrendamento e da compra de habitação

- Seguro de saúde obrigatório para todos os residentes, que é pago separadamente

- Custos significativos com cuidados infantis

- Concorrência no mercado de trabalho para determinadas profissões

- A necessidade de conhecer a língua oficial do respetivo cantão para uma integração plena


Apesar dos custos elevados, a Suíça continua a ser uma das melhores opções para famílias que procuram o ambiente mais seguro possível, um sistema de saúde moderno e elevados padrões de vida.


No artigo anterior, falámos sobre as cidades e regiões mais ricas da Europa em 2026.


Canadá: um dos melhores países para a imigração familiar


O Canadá continua a ser um dos destinos mais populares para as famílias que pretendem mudar-se, graças ao seu elevado nível de segurança, educação de qualidade e sistema de imigração simples. O governo continua a dar prioridade à imigração económica e ao reagrupamento familiar, e os filhos dos recém-chegados têm praticamente os mesmos direitos à educação e aos cuidados de saúde que os cidadãos canadianos.


Educação e Cuidados de Saúde


Todas as províncias canadianas oferecem ensino público gratuito para os filhos dos residentes. Para além das escolas de língua inglesa, muitas regiões dispõem de escolas de língua francesa e de programas para crianças que ainda estão a aprender inglês ou francês.


De acordo com a OCDE, o Canadá figura entre os países com os sistemas educativos mais sólidos, e a sua força reside não só nas suas universidades de prestígio, mas também na elevada qualidade do ensino básico e secundário. A diferença no desempenho académico entre os filhos de imigrantes e os residentes locais é uma das mais reduzidas entre os países da OCDE, o que indica uma integração bem-sucedida dos recém-chegados.


A maioria dos serviços médicos essenciais é coberta pelo sistema de saúde público, embora as regras e a lista de serviços gratuitos possam variar consoante a província.


Por que razão o Canadá atrai famílias de todo o mundo?


O Canadá é um dos países mais multiculturais do mundo: quase um quarto da população nasceu no estrangeiro, pelo que as famílias estrangeiras costumam ter mais facilidade em adaptar-se do que em muitos outros países. As principais cidades oferecem centros de apoio aos recém-chegados, cursos de línguas e programas de integração.


Outro benefício é o Canada Child Benefit (CCB) — um subsídio mensal do governo para famílias com crianças menores de 18 anos. O montante depende do rendimento familiar, e os residentes permanentes que cumprem os requisitos do programa também têm direito a receber este benefício.


O que deve ter em conta antes de se mudar?


Antes de se mudar para o Canadá, há vários fatores importantes a considerar:

- Em Toronto e Vancouver, o custo da habitação está entre os mais elevados da América do Norte

- Na maioria das províncias, os novos residentes têm de aguardar que o seu seguro de saúde público entre em vigor ou adquirir uma apólice temporária

- O custo das creches varia significativamente de província para província, embora um programa federal esteja a implementar gradualmente serviços de acolhimento de crianças a cerca de 10 dólares canadianos por dia

- Na maioria das profissões, o domínio do inglês ou do francês é um pré-requisito para o emprego


Graças ao seu sólido sistema educativo, ao apoio governamental às famílias, a um ambiente seguro e a uma elevada qualidade de vida, o Canadá continua a ser uma das melhores opções para uma mudança a longo prazo com crianças.


Anteriormente, falámos sobre as cidades mais felizes do mundo em 2026.


Nova Zelândia: um ambiente seguro e um elevado nível de vida para as famílias


A Nova Zelândia atrai famílias não só pela sua natureza pitoresca, mas também pela sua economia estável, educação de alta qualidade e elevado nível de segurança. O país situa-se regularmente entre os líderes mundiais em qualidade de vida, e a política governamental centra-se na criação de condições confortáveis para as crianças e os seus pais.

Segurança, ambiente e uma vida quotidiana confortável


De acordo com o Índice Global de Paz de 2026, a Nova Zelândia ocupa o segundo lugar entre os países mais seguros do mundo, apenas atrás da Islândia. As baixas taxas de criminalidade, a estabilidade política e um elevado nível de confiança nas instituições governamentais tornam o país particularmente atraente para famílias com crianças.


Outra grande vantagem é o ambiente natural. Cerca de 30% do território do país é protegido pelo governo sob a forma de parques nacionais e reservas naturais. Como resultado, a maioria das cidades tem fácil acesso a praias, florestas e trilhos para caminhadas, e as atividades de lazer ao ar livre fazem parte do quotidiano de muitas famílias.


Educação e Apoio às Crianças


Na Nova Zelândia, as crianças podem frequentar escolas públicas gratuitamente se forem cidadãos ou residentes permanentes do país. O sistema educativo dá ênfase não só ao conhecimento académico, mas também ao desenvolvimento de competências práticas, pensamento crítico e criatividade.


Outra característica distintiva é o reduzido número de alunos por turma em muitas escolas, o que permite aos professores dar mais atenção individual a cada aluno. Uma parte significativa do processo de aprendizagem decorre fora da sala de aula: atividades desportivas, projetos ambientais e programas de investigação constituem uma parte importante da educação escolar.


De acordo com a UNICEF, a Nova Zelândia também se encontra entre os países com as melhores condições para o acolhimento na primeira infância e o apoio a pais jovens.


A vida na Nova Zelândia para famílias internacionais


Mudar-se para a Nova Zelândia traz consigo os seus próprios desafios, que devem ser considerados com antecedência.


Entre estes incluem-se:

- Distância significativa da Europa e da América do Norte, o que complica as viagens internacionais

- Custos de habitação relativamente elevados em Auckland e Wellington

- Certos programas de imigração têm requisitos relativos à profissão, nível de rendimento ou experiência profissional

- Devido ao pequeno mercado interno, há menos oportunidades de emprego do que no Canadá ou nos países da Europa Ocidental


Ao mesmo tempo, para as famílias que valorizam um ambiente seguro, educação de qualidade, um ambiente limpo e um ritmo de vida descontraído, a Nova Zelândia continua a ser um dos destinos mais atrativos para a mudança.


Anteriormente, falámos sobre as melhores cidades da Europa para se viver em 2026.


O que deve ter em conta antes de se mudar para outro país com crianças?


Mesmo que um país ocupe uma posição elevada nos rankings globais, isso não garante que seja a escolha certa para a sua família. Antes de se mudar, é importante avaliar não só os níveis salariais e a segurança, mas também as despesas diárias, a acessibilidade da habitação, as condições educativas e a capacidade dos seus filhos se integrarem rapidamente.


Em primeiro lugar, verifique se os estrangeiros têm direito a educação gratuita e cuidados de saúde públicos. Na maioria dos países, estes serviços estão total ou parcialmente disponíveis apenas para cidadãos, residentes permanentes ou titulares de determinados tipos de autorizações de residência. Deve também informar-se com antecedência se precisa de subscrever um seguro de saúde privado, quanto custa a creche e se existem listas de espera para vagas.


É igualmente importante ter em conta o custo de vida real. Por exemplo, na Suíça, nos Países Baixos e no Canadá, a renda é frequentemente a maior despesa no orçamento familiar, enquanto na Dinamarca ou na Suécia, um sistema de apoio social bem desenvolvido cobre uma parte significativa destes custos. Além disso, vale a pena prestar atenção aos requisitos linguísticos, uma vez que estes determinam frequentemente as perspetivas de emprego dos pais e a integração harmoniosa dos seus filhos no novo ambiente.


Antes de tomar uma decisão final sobre um país, recomenda-se avaliar vários fatores-chave:

- Requisitos para a obtenção de um visto ou autorização de residência

- Disponibilidade de escolas públicas e internacionais

- Cobertura de seguro de saúde para toda a família

- Custo médio da renda e despesas mensais de subsistência

- Oportunidades de emprego para ambos os pais

- Disponibilidade de programas de apoio para famílias com crianças e imigrantes recém-chegados


Mudar-se para outro país é uma decisão a longo prazo que afeta não só os adultos, mas também as crianças. Por isso, antes de se mudar, é importante comparar não só os rankings internacionais, mas também as condições de vida quotidianas, as oportunidades educativas e de desenvolvimento para o seu filho e a sua própria situação financeira. Uma abordagem abrangente é fundamental para escolher um país onde toda a família se sinta em casa.


Se planeia a legalização, a obtenção de uma autorização de residência ou a apresentação de documentos de migração no estrangeiro, a ajuda de advogados especializados em migração pode simplificar significativamente o processo. Os especialistas ajudarão a avaliar as hipóteses de obter o estatuto legal, preparar o pacote de documentos, evitar erros típicos e acompanhá-lo em todas as etapas do processo migratório: desde a consulta inicial até à obtenção da decisão das autoridades migratórias.





Lembrete! Os novos indicadores económicos mostram quais países conseguiram aumentar o PIB e quais perderam posições devido à inflação e à desaceleração do crescimento. Ranking dos países mais ricos do mundo em 2026 — no link.




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Controlamos a exatidão e a pertinência das nossas informações. Por conseguinte, se detetar quaisquer erros ou discrepâncias, contacte a nossa linha direta.

Perguntas

mais frequentes

Qual é o país considerado o melhor para se viver com crianças?

Não existe uma resposta única, mas, de acordo com dados de estudos internacionais da UNICEF, da OCDE e de outras organizações, entre os melhores países para as famílias figuram regularmente os Países Baixos, a Dinamarca, a Suécia, a Finlândia, a Suíça, o Canadá e a Nova Zelândia. Estas países ocupam posições de destaque graças à educação de qualidade, aos cuidados de saúde acessíveis, à segurança, ao apoio social e ao elevado nível de vida.

Quais são os países que oferecem a melhor educação para as crianças?

Em que país é que as famílias recebem o maior apoio estatal?

Qual é o país mais seguro para viver com crianças?

O que se deve verificar antes de se mudar para outro país com crianças?

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